"Nesta sua obra, profusamente ilustrada, Hélder Pacheco analisa o conceito de desenvolvimento que tem estado presente na cidade, dirigindo duras críticas a esse modelo de desenvolvimento que, entre outras coisas, desertificou o centro urbano. Contudo, lança as pistas para aquilo que crê poder ser o relançamento cultural, económico e social do Porto. Naquilo que poderemos considerar a segunda parte da obra, o autor, no estilo que lhe é particular, resgata a memória da cidade pela voz das suas gentes. Aqui são-nos relatadas as histórias da D. Etelvina, as histórias dos bailes na cidade, dos piqueniques das gentes das ""Ilhas"", das festas na cidade, a memória do Palácio quando ele era de Cristal e o Rio e seus barqueiros e a grande inovação do comboio. Tudo momentos históricos da vida da cidade contados pela voz do que a memória das gentes do Porto consegue ainda lembrar. "
Sinopse
"Nesta sua obra, profusamente ilustrada, Hélder Pacheco analisa o conceito de desenvolvimento que tem estado presente na cidade, dirigindo duras críticas a esse modelo de desenvolvimento que, entre outras coisas, desertificou o centro urbano. Contudo, lança as pistas para aquilo que crê poder ser o relançamento cultural, económico e social do Porto. Naquilo que poderemos considerar a segunda parte da obra, o autor, no estilo que lhe é particular, resgata a memória da cidade pela voz das suas gentes. Aqui são-nos relatadas as histórias da D. Etelvina, as histórias dos bailes na cidade, dos piqueniques das gentes das ""Ilhas"", das festas na cidade, a memória do Palácio quando ele era de Cristal e o Rio e seus barqueiros e a grande inovação do comboio. Tudo momentos históricos da vida da cidade contados pela voz do que a memória das gentes do Porto consegue ainda lembrar. "Ficha Técnica
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