A falsa ciência que circula na internet, nos media, que se vê no
supermercado e até - pasme-se! - na escola; a falsa ciência na saúde e a
falsa ciência na própria ciência. Num livro bem-humorado e muito
esclarecedor, os autores desmontam alguns «factos» pseudcientíficos que
se construíram e alimentam no nosso quotidiano. Como eles próprios
afirmam, «se a ciência pode ser divertida, a pseudociência é
garantidamente muito divertida». Uma leitura informativa que expõe os
logros mais actuais.
Este livro conta histórias de falsa
ciência. Abundam as aldrabices científicas na Internet, de que o vídeo
que mostrava milho a transformar-se em pipocas devido à radiação de
telemóveis é um bom exemplo. Também há muitas tretas nos media, a
começar logo pelos horóscopos. As prateleiras de supermercado estão
recheadas de falsas promessas de medicina preventiva, das quais o
escândalo do «iogurtegate» é uma das mais delirantes. Mas, pasme-se, a
falsa ciência também é praticada e ensinada nalgumas escolas. E está bem
mais presente do que julga na saúde. Nem as revistas científicas e as
universidades escapam, pois também aí se encontra uma boa colecção de
fraudes que mais cedo ou mais tarde acabam por ser descobertas. Não há
lugares seguros. A única segurança terá de estar no leitor: uma atitude
crítica poderá evitar-lhe contratempos e poupar dinheiro. Lembre-se de
que a ciência assenta na observação, na experiência e na correcção de
erros, e não nas palavras de pretensas autoridades que nunca aceitam ser
corrigidas. Não se deixe enganar!
Sinopse
Este livro conta histórias de falsa ciência. Abundam as aldrabices científicas na Internet, de que o vídeo que mostrava milho a transformar-se em pipocas devido à radiação de telemóveis é um bom exemplo. Também há muitas tretas nos media, a começar logo pelos horóscopos. As prateleiras de supermercado estão recheadas de falsas promessas de medicina preventiva, das quais o escândalo do «iogurtegate» é uma das mais delirantes. Mas, pasme-se, a falsa ciência também é praticada e ensinada nalgumas escolas. E está bem mais presente do que julga na saúde. Nem as revistas científicas e as universidades escapam, pois também aí se encontra uma boa colecção de fraudes que mais cedo ou mais tarde acabam por ser descobertas. Não há lugares seguros. A única segurança terá de estar no leitor: uma atitude crítica poderá evitar-lhe contratempos e poupar dinheiro. Lembre-se de que a ciência assenta na observação, na experiência e na correcção de erros, e não nas palavras de pretensas autoridades que nunca aceitam ser corrigidas. Não se deixe enganar!
Ficha Técnica
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