Bernardo Pinto de Almeida, autor de uma vasta obra ensaística no campo das artes visuais, começou a publicar poesia nos anos 80, tendo-se seguido um grande interregno. Em 2002 regressou à publicação de poesia ("E Outros Poemas", Quetzal, "Sem Título", A sétima face edições, e "Depois que Tudo Recebeu o Nome de Luz ou de Noite", Asa). Publica agora um novo título, "Hotel Spleen", que Eduardo Prado Coelho (Público, Mil Folhas, 10/5/03) considera a sua "obra mais elaborada e importante". O amor e a morte são os temas dominantes neste livro, em que os poemas, partindo de situações do dia a dia, se desdobram e crescem em várias direcções, causando um efeito de surpresa, num "realismo" impregnado das tradições romântica e surrealista.
Sinopse
Bernardo Pinto de Almeida, autor de uma vasta obra ensaística no campo das artes visuais, começou a publicar poesia nos anos 80, tendo-se seguido um grande interregno. Em 2002 regressou à publicação de poesia ("E Outros Poemas", Quetzal, "Sem Título", A sétima face edições, e "Depois que Tudo Recebeu o Nome de Luz ou de Noite", Asa). Publica agora um novo título, "Hotel Spleen", que Eduardo Prado Coelho (Público, Mil Folhas, 10/5/03) considera a sua "obra mais elaborada e importante". O amor e a morte são os temas dominantes neste livro, em que os poemas, partindo de situações do dia a dia, se desdobram e crescem em várias direcções, causando um efeito de surpresa, num "realismo" impregnado das tradições romântica e surrealista.
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