Glória Rebelo fala-nos do tempo da austeridade, um tempo de crise e de
desnorte, de retrocesso e de desorientação. Mais do que nunca
precisamos de manter um rumo, uma visão de futuro que nasce do
exercício de pensar, de discutir, de encontrar alternativas. (...)
São textos que têm a marca do tempo e que, por isso mesmo, nos tornam
mais conscientes da necessidade de um tempo novo; procuram libertar-nos
de inevitabilidades que não resultam da crise, mas de políticas que a
transformam em pretexto para destruir o Estado Social. (...)
precisamos de pensar e de abrir outros caminhos. (...) Para isso,
precisamos de um pensamento que não se esgote na cegueira da crise e
que nos abra novas vistas. António Sampaio da Nóvoa In Prefácio
Sinopse
(...) São textos que têm a marca do tempo e que, por isso mesmo, nos tornam mais conscientes da necessidade de um tempo novo; procuram libertar-nos de inevitabilidades que não resultam da crise, mas de políticas que a transformam em pretexto para destruir o Estado Social.
(...) precisamos de pensar e de abrir outros caminhos. (...) Para isso, precisamos de um pensamento que não se esgote na cegueira da crise e que nos abra novas vistas.
António Sampaio da Nóvoa
In Prefácio
Ficha Técnica
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