Obra que surge como a refundição do ensaio de 1872 "Os Lusíadas - Ensaio sobre Camões e a sua Obra". No prólogo, Oliveira Martins descreve a gestação do livro, marcada pelo exílio e pela saudade da pátria, e alude ao ambiente que cerca a sua reedição em 1891, indissociável da crise social e moral provocada pelo Ultimato inglês do ano anterior, no qual a evocação da figura de Camões e da epopeia Os Lusíadas como voz da alma do povo português visaria funcionar como catalisador. O autor estuda a biografia de Camões, as características do género épico e o contexto quinhentista da Renascença portuguesa e dos Descobrimentos.
Sinopse
Obra que surge como a refundição do ensaio de 1872 "Os Lusíadas - Ensaio sobre Camões e a sua Obra". No prólogo, Oliveira Martins descreve a gestação do livro, marcada pelo exílio e pela saudade da pátria, e alude ao ambiente que cerca a sua reedição em 1891, indissociável da crise social e moral provocada pelo Ultimato inglês do ano anterior, no qual a evocação da figura de Camões e da epopeia Os Lusíadas como voz da alma do povo português visaria funcionar como catalisador. O autor estuda a biografia de Camões, as características do género épico e o contexto quinhentista da Renascença portuguesa e dos Descobrimentos.
Ficha Técnica
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