O objetivo central deste trabalho de investigação é o de analisar, sob o
prisma do Direito Financeiro, a contínua evolução das competências
orçamentais e financeiras entre as diversas instituições da atual União
Europeia. O objeto de estudo é, em última análise, o orçamento da União
Europeia. Neste contexto, parte-se do princípio de que o atual sistema
orçamental e financeiro da União Europeia assenta em três níveis ou
patamares: o primeiro é o relativo ao sistema de recursos próprios, o
segundo respeita ao enquadramento financeiro plurianual, e, finalmente, o
terceiro consiste no orçamento anual. Deste modo, para além da
introdução e das principais conclusões, o presente trabalho de
investigação encontra-se dividido em quatro partes. A primeira aborda o
sistema de recursos próprios. A segunda traça o rumo evolutivo do quadro
das competências orçamentais. A terceira concentra-se no exame do
mecanismo do enquadramento financeiro plurianual. A quarta analisa as
inovações contempladas pelo Tratado de Lisboa em matéria financeira e
orçamental. Além do tratamento de questões jurídico-financeiras, a linha
de investigação seguida neste trabalho visa destacar o carácter
evolutivo e complexo do quadro de competências orçamentais na União
Europeia e evidenciar os paradoxos da autonomia financeira e da
construção de um modelo de finanças públicas assente nos valores da
democracia. Palavras-chave: Sistema de Recursos Próprios, Orçamento da
União Europeia, Quadro Financeiro Plurianual.
O objetivo central deste trabalho de investigação é o de analisar, sob o
prisma do Direito Financeiro, a contínua evolução das competências
orçamentais e financeiras entre as diversas instituições da atual União
Europeia. O objeto de estudo é, em última análise, o orçamento da União
Europeia. Neste contexto, parte-se do princípio de que o atual sistema
orçamental e financeiro da União Europeia assenta em três níveis ou
patamares: o primeiro é o relativo ao sistema de recursos próprios, o
segundo respeita ao enquadramento financeiro plurianual, e, finalmente, o
terceiro consiste no orçamento anual. Deste modo, para além da
introdução e das principais conclusões, o presente trabalho de
investigação encontra-se dividido em quatro partes. A primeira aborda o
sistema de recursos próprios. A segunda traça o rumo evolutivo do quadro
das competências orçamentais. A terceira concentra-se no exame do
mecanismo do enquadramento financeiro plurianual. A quarta analisa as
inovações contempladas pelo Tratado de Lisboa em matéria financeira e
orçamental. Além do tratamento de questões jurídico-financeiras, a linha
de investigação seguida neste trabalho visa destacar o carácter
evolutivo e complexo do quadro de competências orçamentais na União
Europeia e evidenciar os paradoxos da autonomia financeira e da
construção de um modelo de finanças públicas assente nos valores da
democracia. Palavras-chave: Sistema de Recursos Próprios, Orçamento da
União Europeia, Quadro Financeiro Plurianual.
Sinopse
O objetivo central deste trabalho de investigação é o de analisar, sob o prisma do Direito Financeiro, a contínua evolução das competências orçamentais e financeiras entre as diversas instituições da atual União Europeia. O objeto de estudo é, em última análise, o orçamento da União Europeia. Neste contexto, parte-se do princípio de que o atual sistema orçamental e financeiro da União Europeia assenta em três níveis ou patamares: o primeiro é o relativo ao sistema de recursos próprios, o segundo respeita ao enquadramento financeiro plurianual, e, finalmente, o terceiro consiste no orçamento anual. Deste modo, para além da introdução e das principais conclusões, o presente trabalho de investigação encontra-se dividido em quatro partes. A primeira aborda o sistema de recursos próprios. A segunda traça o rumo evolutivo do quadro das competências orçamentais. A terceira concentra-se no exame do mecanismo do enquadramento financeiro plurianual. A quarta analisa as inovações contempladas pelo Tratado de Lisboa em matéria financeira e orçamental. Além do tratamento de questões jurídico-financeiras, a linha de investigação seguida neste trabalho visa destacar o carácter evolutivo e complexo do quadro de competências orçamentais na União Europeia e evidenciar os paradoxos da autonomia financeira e da construção de um modelo de finanças públicas assente nos valores da democracia. Palavras-chave: Sistema de Recursos Próprios, Orçamento da União Europeia, Quadro Financeiro Plurianual.
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