Marguerite Yourcenar
Marguerite Yourcenar, pseudónimo da escritora francesa Marguerite de Crayencour (1903-1987), nasceu em Bruxelas e veio a naturalizar-se americana. Foi educada de forma privada e de maneira excepcional: lia Jean Racine com oito anos de idade e o seu pai ensinou-lhe o latim aos oito anos e o grego aos doze. Morreu a 17 de Dezembro de 1987, em Mount Desert Island (Maine, EUA).
As suas Mémoires d'Hadrien (Memórias de Adriano, 1952) tornaram-na internacionalmente conhecida. Este sucesso seria confirmado com L'Öuvre au Noir (A Obra ao Negro, 1968), uma biografia imaginária de um herói do século XVI atraído pelo hermetismo e a ciência. Publicou ainda poemas, ensaios (Sous bénéfice d'inventaire, 1978) e memórias (Archives du Nord, 1977), manifestando uma atracção pela Grécia e pelo misticismo oriental patente em trabalhos como Mishima ou La Vision du Vide (1981) e Comme l'eau qui coule (1982). Foi a primeira mulher de Letras a ser eleita para a Academia Francesa.
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